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  • Marcus Vinicius Souza de oliveira

Dicas para vender mais pela internet


Dicas para vender mais pela internet

Hoje em dia existem muitas soluções que prometem aumentar os resultados das empresas e marcas. Mas se tem uma que não é apenas outra “promessa qualquer”, é a de vender mais pela internet, que pode mesmo mudar a história de um negócio.


De fato, em termos de mundo corporativo, nada cresceu tanto e com uma curva tão consistente nas últimas décadas quanto a esfera digital. Desde meados de 1990, quando ela ainda era bastante embrionária, só houve expansão e disseminação.


A princípio, seu foco estava em sites estáticos e na troca de e-mails. Ou seja, não necessariamente qualquer empresa poderia ter resultados ali, como um fornecedor de papel toalha e higienico, a não ser internamente entre funcionários.


Já após os anos 2000 começaram a surgir sites dinâmicos, como os blogs, que permitiam interações como curtidas e compartilhamento. Logo na sequência, vieram as lojas virtuais e os e-commerces, revolucionando a coisa para sempre.


Para se ter ideia, só no último período o Brasil verificou um crescimento de mais de 47% na quantidade de vendas. Isso representou quase 50 milhões de novos compradores, e cerca de R$ 100 bilhões em vendas gerais, segundo dados da Ebit|Nielsen.


Certamente, nenhuma empresa pode dizer que não está interessada em uma pequena fatia desse bolo. Aí é que entram as dicas para vender mais pela internet, que são a razão de termos decidido escrever este artigo, que também traz alguns conceitos fundamentais.


Até porque, também já se foi o tempo em que “vender na internet” era questão de apenas anunciar nela, mais ou menos como se o mundo digital fosse um listão de vendas, ou um dos antigos guias impressos de promoções.


Na verdade, a internet tem suas regras próprias, e sua dinâmica é muito mais complexa do que a de qualquer antigo guia ou revista de vendas. Um ponto interessante é que ela não faz distinção entre nichos.


Se a empresa é uma distribuidora de saco de lixo, ela até pode anunciar em plataformas nichadas, mas também nada impede que marque presença com blogs e redes sociais, aparecendo entre qualquer outra empresa ou usuário.


Ou seja, ela é democrática. Por outro lado, é justamente por isso que ela também é mais desafiadora: são muitas as possibilidades, e tem cada vez mais gente disputando as mesmas oportunidades, o que pode saturar alguns segmentos.


Então, se você quer aprender um modo de fazer a diferença no meio da multidão, e tirar da internet o melhor que ela pode dar, basta seguir adiante na leitura.

Como diversificar os canais de vendas?

Como vimos acima, hoje existem muitas frentes que podem fazer parte de uma estratégia para “vender mais pela internet”, as quais nem sempre são levadas em conta.


Basicamente, as opções giram em torno de alguns pilares essenciais, embora dentro desses possa haver mais subdivisões. Trata-se dos seguintes:

● As lojas virtuais;

● Os marketplaces;

● As demais plataformas;

● As redes sociais;

● Os aplicativos e lojinhas;

● Os blogs e vlogs;

● Os motores de busca.

Basicamente, a maioria desses canais passou a ser não apenas um modo de divulgar melhor todo tipo de produtos, e até de prestação de serviço, como gestão de entregas, mas alguns deles já contam até com carrinho e formas de pagamento em si.


O maior exemplo são os motores de busca, que hoje têm a seção Shopping, na qual é possível encontrar os produtos mais próximos e mais baratos com poucos cliques. Ou ainda, as redes sociais, antes limitadas ao compartilhamento de fotos entre amigos.


Hoje elas têm patrocínios como modo de impulsionar um post, e também costumam ter algumas seções de tipo “shopping”, nas quais é possível comprar diretamente de um vendedor, escolhendo forma de pagamento e de entrega ali mesmo.


Tudo isso deixa claro que a internet não é apenas um modo de trocar ideias com as pessoas ou de navegar sem pretensões comerciais. Ela se tornou um mar de oportunidades, e o modo de diversificar é levar em conta esses diversos canais disponíveis.

Aprenda a monitorar a jornada do cliente

Uma dica de ouro para quem está na internet é a racionalização do processo de vendas, que pode começar pela definição de um bom funil de vendas.


Esse conceito é anterior à esfera digital, mas passou por uma revolução graças a ela. Imagine uma empresa de serviços de contabilidade, como ela pode compreender melhor o que faz com que alguém contrate seus serviços?


Ela precisa definir as etapas da jornada do cliente, que é o funil visto pela ótica dele. Assim, ela vai descobrir onde encontrar mais leads e oportunidades, bem como o modo pelo qual eles podem evoluir mais rapidamente até se tornarem clientes.


A divisão tradicional dessas etapas é a seguinte:

● Criação de conteúdos;

● Geração de leads;

● Qualificação dos leads;

● Resolução de desafios;

● Fechamento e fidelização.

Assim, a empresa não fica apenas esperando que os visitantes da sua plataforma digital saltem de leitores para compradores fidelizados. Ela racionaliza o processo e faz com que eles avancem cada vez mais rápido, como ficará mais claro adiante.


Otimizando a conversão de leads

A melhor maneira de criar conteúdos e atrair mais leads é por meio de um blog. Sem deixar de levar em conta que hoje ele já não precisa ter apenas textos, mas também pode contar com áudios, vídeos, e-books, infográficos e até podcasts.


Hoje existem programas que ajudam a fazer uma gestão do funil de vendas, como os famosos CRMs. Sigla para Customer Relationship Management, eles fazem a Gestão de Relacionamento com o Cliente.


A melhor maneira de nutrir esses leads é por e-mail marketing e newsletters. Isso estreita a relação entre a marca e seu público-alvo, provando a autoridade do negócio e como ele realmente pode ser uma boa solução a ser levada em conta.


Já a maneira mais eficiente de converter leads em clientes é por meio das landing pages, que não podem faltar em nenhum guia de como vender mais pela internet. Tratam-se de páginas voltadas exclusivamente para vendas.


Assim, uma página de aluguel de notebook não vai contar com menus, banners e informações dispersantes. Ela vai direto ao ponto, aplica alguns gatilhos mentais de vendas e alguns CTAs (Chamados para Ação), e com isso potencializa e muito as vendas.


Sobre modos de divulgar a marca

Depois que a marca já diversificou seus canais de vendas digitais, já monitora a jornada do cliente e sabe até otimizar esse processo, ela precisa pensar em divulgação propriamente dita, como anúncios, patrocínios e afins.


Um modo orgânico de continuar crescendo é gerar conteúdos gratuitos, que atraiam pessoas interessadas no seu segmento, mas que ainda têm dúvidas antes de comprar. Nos buscadores você precisa fazer SEO (Search Engine Optimization).


Trata-se da Otimização para Motores de Busca. Quando você pesquisa por uma empresa de maquina de suco de laranjano Google, no Bing, no Yahoo ou no Ask Brasil, os sites que aparecem na primeira página fizeram esse serviço com excelência.


Mas também é possível pagar para aparecer mais rápido, por meio dos Links Patrocinados, que colocam seu site no topo dessas páginas de busca. Nas redes sociais vale a mesma regra: é possível crescer organicamente, ou pagando para fazer anúncios.


Como contar com plataformas maduras?

Se o foco é ir direto às vendas, fazendo anúncios clássicos do produto, com foto, descrição, formas de pagamento e pronto, é preciso recorrer aos marketplaces e demais plataformas.


Algumas dessas opções são nichadas, como ao trazer soluções industriais apenas. Por exemplo, uma plataforma focada em indústria têxtil, na qual alguém que vende uniformes sociais em SP poderia ter mais resultados.


O segredo aqui é, justamente, saber identificar a sinergia entre a solução que você presta e a proposta central daquele marketplace. Alguns deles são B2B (Business to business), outros são B2C (Business to Consumer), e daí em diante.


A vantagem é que nesse caso você pega um atalho, pois essas plataformas já têm uma infraestrutura em termos de formas de pagamento, de despacho e até de marketing, já que elas investem para se promoverem, então você já começa aparecendo.


Por outro lado, você precisa pagar uma comissão que, caso a loja virtual fosse sua, não teria de pagar. Então o indicado é ir tocando os dois ao mesmo tempo, e quando tiver maior independência, você pode escolher entre continuar ou não no marketplace.


Considerações finais

Enfim, tudo isso demonstra que é preciso, no fim das contas, ter uma estratégia de marketing funcional e bem estabelecida.


Além disso, é claro que levar em conta as estruturas físicas do seu negócio também pode ajudar, sobretudo se o seu produto é físico. Por exemplo, alguém da área de empresas de alimentação, que sempre vai ter um estoque, funcionários e afins.


É muito importante ter uma equipe preparada e bem treinada, preocupar-se com a logística e com todos os pontos clássicos da gestão de um negócio. Unindo isso às dicas dadas acima, suas estratégias vão transformar o negócio em uma máquina de vendas na internet.


Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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