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Design responsivo: o que é e por que seu site deve ter?


Design responsivo: o que é e por que seu site deve ter?

Talvez você nunca tenha ouvido falar em design responsivo, mas certamente já sofreu nas mãos de um site que não contava com essa opção, especialmente em tempos nos quais a tecnologia mobile cresce a passos largos.


De fato, basta olharmos em volta para percebermos o quanto os smartphones e os tablets passaram a fazer parte de nossas vidas nos últimos anos. Além disso, também podemos levar em conta uma pesquisa recente da FGV (Fundação Getúlio Vargas).


Ela demonstrou que já existem mais de 234 milhões de smartphones ativos no Brasil, ou seja, em funcionamento. Além disso, os dispositivos digitais como um todo passam de 424 milhões, ou seja, cerca de dois para cada habitante.


Aí é que entra o papel da responsividade, que consiste justamente nas técnicas voltadas para tornar qualquer site ou plataforma “adaptável” às telas.


Assim, de qualquer dispositivo que a pessoa fizer seu acesso ao site, a visualização e a interação vão funcionar bem. Isso é ainda mais importante se levarmos em conta os grandes motores de busca.


Hoje, quando alguém vai cotar seguro auto, por exemplo, a pessoa pode fazer a pesquisa pelo computador, e depois abrir o link pelo celular, seja para mostrar para alguém, ou antes de ligar no escritório que mais despertou seu interesse.


Neste caso, ela precisa ter a mesma experiência em todos os dispositivos que utilizar, concorda? Graças a isso, qualquer página pode ter muito mais tráfego e engajamento, coisas igualmente importantes atualmente.


Lembrando que a questão da responsividade pode incluir várias funcionalidades, que vão desde uma página simples com texto, até interação com vídeos, áudios e demais multimídias, além de opções de login e senha, que são mais complicadas.


Então, se você quer entender melhor do que se trata um design responsivo e como aplicá-lo em seus próprios projetos digitais, basta seguir adiante na leitura.


O que exatamente é responsividade?

O termo “design responsivo” pode levar a certos erros ou reducionismos, como o de pensar que se trata apenas de um aspecto secundário, como de uma questão opcional de layout e identidade visual.


Embora realmente seja opcional, já que você pode abrir mão disto, a questão é muito mais abrangente do que “apenas um aspecto visual”. Como vimos, tem a ver com a experiência geral do seu público.


Uma plataforma de empresas de etiquetas adesivas, que permite ao cliente mandar suas artes online para que sejam produzidas e entregues na sequência, pode ser muito melhor se contar com esse tipo de responsividade.


Para que ela seja atingida, é preciso combinar e dominar duas linguagens: a do HTML (HyperText Markup Language, ou Linguagem de Marcação de Hipertexto) e a de CSS, Cascading Style Sheets (Folhas de Estilo em Cascatas).


Ambas são universalmente conhecidas no marketing digital. Além disso, para que o design responsivo seja considerado eficiente, é preciso que ele ande de mãos dadas com a usabilidade, que torna cada função do site acessível e intuitiva.


A origem do termo também é bacana, porque surgiu num artigo chamado “Responsive Web Design”, de 2010, assinado por Ethan Marcotte. Ali o autor já percebia que o modo de navegar das pessoas estava mudando, tanto para blogs quanto para os demais sites.


Daí que, mesmo um blog sobre clinica de acupuntura, que não faça vendas online com sistemas complexos de pagamento e interação, já precise contar com a responsividade, simplesmente porque nossos hábitos é que têm mudado.


As três principais características desse recurso

A responsividade tem três características principais, que são as de media queries, de grids fluídos e de layouts fluídos. Os nomes podem parecer complicados, mas são realmente fundamentais para que nenhuma ponta fique solta.


A função do media queries é atingir vários níveis de dispositivos, inclusive inspecionando características físicas de processamento de trabalho. Quem utiliza tais dados são os desenvolvedores de sites, melhorando o resultado final.


Já as partes de fluídos estão ainda mais diretamente ligadas ao design do site. Quanto aos grids, trata-se das colunas que são capazes de se reorganizarem e se adaptarem automaticamente a qualquer tela de acesso.


Assim, quando o desenvolvedor implementa os grids fluídos, o portal de uma das empresas de usinagem aparece com as mesmas colunas tanto numa tela de 5 polegadas quanto em uma de 20 polegadas, sem suprimir nenhuma informação essencial.


Quando se fala em layouts fluídos, a ideia é simplesmente levar essa mesma funcionalidade a níveis ainda mais universais. De fato, uma coisa é você programar um site para funcionar em todas as telas do mercado, outra é prever cenários desconhecidos.


Assim, já não se trata de fazer uma variável enorme de possibilidades, mas de criar algoritmos “inteligentes” para que eles próprios se adaptem, seja qual for o dispositivo que possa vir a ser desenvolvido no futuro.


Por que aplicar um design responsivo?

Até aqui, já deve ter ficado claro quais são as vantagens de aplicar a responsividade em qualquer site ou plataforma. Mas é possível e até preciso se aprofundar nisso, deixando claro como o mercado beneficia esse tipo de iniciativa.


De fato, não se trata apenas de “deixar mais bonito”, como já vimos. Mas sim de aumentar o alcance das suas estratégias de marketing digital, o que obviamente vai impactar também no faturamento e até na lucratividade do negócio.


Imagine, por exemplo, um portal de empresas de serviços terceirizados, que faça ponte entre os contratantes dos serviços e os prestadores. Se essa plataforma puder ser mais funcional, certamente vai permitir o fechamento de muito mais negócios, concorda?


Deste modo, os retornos principais que se obtém são os seguintes:

● Aumento geral de tráfego;

● Gestão e gerenciamento facilitados;

● Melhoras no SEO da página;

● Versão unificada da plataforma;

● Uma melhor experiência do usuário;

● Posicionamento digital da marca;

● Entre outras vantagens similares.

Realmente, a maior vantagem que podemos citar é a do aumento geral de tráfego, que é justamente onde está o retorno mais prático da empresa. Pense numa loja física, quanto mais gente passar na frente e entrar, melhor, não é mesmo?


Lembrando que, como dito, hoje os acessos por meio de dispositivos móveis já são a maioria quando se fala em navegação na internet e nos motores de busca.


Plataforma unificada e geração de conteúdo

Outra vantagem indiscutível do design responsivo é a noção de versão unificada da plataforma, que também facilita e muito a vida em termos de gestão e gerenciamento do marketing digital como um todo.


A melhora na experiência do usuário passa por todos pontos salientados acima, mas também por questões ainda mais imediatas, como o fato de que um gerenciamento facilitado permite investir melhor o tempo, como na geração de conteúdos.


Ou seja, um site de uma empresa do ramo fornecedor de saco de lixo pode, após implementar essas melhorias em sua plataforma, dedicar-se a um blog, um vlog ou mesmo podcasts com muito mais eficiência e assertividade.


SEO: a otimização de páginas para buscadores

Também não é possível falar sobre geração de conteúdo sem mencionar o SEO, sigla para Otimização de Páginas para Motores de Busca.


O fato é que hoje a responsividade atua diretamente como um dos principais fatores de ranqueamento nos grandes motores de busca, como Google, Bing e Yahoo.


Ou seja, se houver dois sites sobre abertura de empresa, ambos tiverem a mesma relevância e a mesma qualidade, porém apenas um tiver um design responsivo, este vai ficar na frente do outro.


Esse algoritmo tem se disseminado justamente em função da popularização dos dispositivos móveis nos tempos atuais.


Como dar os primeiros passos?

Se você já tem uma plataforma que ainda não implementou essa funcionalidade, uma dica é primeiro monitorar o tráfego do site que vai ser atualizado.


Ou seja, certificando-se de que, estatisticamente, seu público já é maior no mobile do que no computador.


Mas não fique fechado apenas em seu próprio negócio, inspire-se também em outros sites, especialmente aqueles de segmentos parecidos ou dos concorrentes.


Às vezes, mesmo que seu público-alvo ainda não seja tão voltado para o mobile, caso sua concorrência já esteja aplicando, é melhor você também se preparar desde já.


Bônus: ferramentas e especialistas da área

Hoje existem muitos softwares, programas e aplicativos que trazem soluções voltadas para esse tipo de criação e implementação.


Alguns são gratuitos, inclusive, ao menos para a fase de testes. Assim, é possível criar sites, blogs, landing pages e afins, com funções prontas de interfaces, layouts e vetores que permitem um manuseio facilitado.


No limite, lembre-se que buscar especialistas da área de web design ou especificamente de design responsivo pode ser uma excelente solução.


Se você tem uma empresa de trabalho temporário que cresceu bastante e já pode reservar um orçamento para profissionalizar o site, certamente esse vai ser um dos melhores investimentos que você fará em sua marca.


Tudo isso reforça a importância deste assunto e as razões por que, na verdade, qualquer site já precisa começar a se preocupar com o design responsivo.


Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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